“Divide comigo?
a cama,
a casa,
a vida?”
Flutuar-se (via negatividade02)

Você me faz sentir culpado, por coisas que não fiz.


“E a parte boa daquelas suas crises de ciúmes é aquele seu bico, você cruzando os braços e fazendo birra, e isso é tão lindo. Demonstra o quanto se importa comigo, com nós.”
Anderson Pacheco (via negatividade08)


Vontade de te ligar e dizer “você perdeu a pessoa que mais se importava contigo”.


1 month ago · 20,914 notes · reblog
originally 18-5 · via ex-poeta

Desculpa aí se eu pensei que a gente pudesse dar certo.




“Eu preciso de você, perto ou longe, sendo meu ou não. Preciso do seu cheiro impregnado na minha roupa e do seu sorriso que foi gravado em minha memória. Preciso da sua voz sussurrando em meu ouvido e do seu olhar que me constrange. Eu preciso de você, não importa como.”
Desconhecido  (via missdarkness)

“Jogue os meus restos, se quiser. Acho que sou apenas metade ou talvez nada. Validade é o que falta em mim e sorrisos já não vivem aqui. A dor transpassou a minha alma, e agora tudo que eu sou é dor. Comecei a jorrar tristeza e solidão, porque era isso que me preenchia. Mesmo sendo um nada… Morte? Talvez seja. Só a morte interior, a pior morte. Que não deixa optar por outra coisa, que destrói pouco a pouco. Antes água e sabonete me banhava, mas hoje o banho é melancolia e nostalgia. Meu remédio era música e livros, mas hoje é depressão de alto nível. Eu não tinha uma fonte de energia e nem que me tirasse do pior buraco, o máximo que eu encontrava era um passa tempo que não tardou o valor. A lança que eu levava no coração já era enferrujada, já não me fazia sentir dor ou adormecer. Era apenas algo que eu carregava pra preencher o tempo. Todo dia eu escrevia ” Não me esqueça ” no pulso, mas do que adiantava? Você já me esqueceu, até eu já me esqueci. A brincadeira do bem me quer , mal me quer já virou babaquice, nem eu mesma queria com todo tom clichê que sai de mim. Sabe aquele livro velho na estante, cheio de poeira? Então, sou eu. O filme que passa na sessão da tarde, sou eu também. O sujo em cima do seu guarda-roupa, também eu. As pessoas sempre estão indo e vindo e eu estou lá, transparente, só percebendo sem ser percebida. E não adianta sentir rancor e ir atrás de mim, porque eu não apareço. O tempo já me fez como uma humana invisível. E eu me acostumei. Me acostumei porque me tornei assim. Me acostumei porque é isso que eu vivo hoje… Ah, também sou o relógio parado que você não sabe por onde anda, sou a sandália fora de moda. Sou sol no dia de chuva.”
—  Jess (nadadeperfeita)